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Ferramenta para gestão da propriedade intelectual auxilia NITs de várias partes do país

Publicado: Terça, 16 de Junho de 2015, 16h57 | Última atualização em Sexta, 26 de Junho de 2015, 15h07

SIGPI também facilita a divulgação de tecnologias desenvolvidas pelas instituições, por meio da Vitrine Tecnológica, que tem como finalidade a aproximação com o mercado

O Sistema de Gerenciamento de Propriedade Intelectual (SIGPI), projetado e desenvolvido pelo NIT Mantiqueira, além de atender as instituições nucleadas do Arranjo, que envolve Núcleos de Inovação Tecnológica do Estado de São Paulo e Sul de Minas Gerais, também é utilizado pelas instituições que formam os arranjos Rede AMOCI (Rede de NIT da Amazônia Ocidental) e Rede NAMOR (Rede de NIT da Amazônia Oriental).  A adesão ao sistema facilita a gestão da propriedade intelectual da instituição e permite o acompanhamento da situação pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio dos relatórios gerados em tempo real.

O sistema permite que as instituições informem todos os dados referentes a pedidos protocolados junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) de patentes de invenção, modelo de utilidade, programas de computador, marcas, cultivares, topografia de circuito integrado, além de direito autoral (que não é registrado no INPI).

Cada instituição é responsável pelo abastecimento dos dados, bem como sua atualização com a inserção de informações como concessão da patente, licenciamento, entre outras. Dessa forma, a ferramenta se torna um importante mecanismo de gestão. De acordo com Alexandre de Almeida Duarte, assessor de TI do NIT Mantiqueira, a ideia inicial consistia no desenvolvimento de um banco de dados para que as instituições nucleadas fizessem a gestão de todos os processos de patentes. “No decorrer da modelagem de dados, o foco mudou e acabamos por desenvolver um sistema que pudesse ser utilizado a nível nacional por todos os arranjos e com possibilidades de consultas e controles, em tempo real, pelos coordenadores de NIT e pelo MCTI”, explica Duarte.

InfograficoTodo o desenvolvimento foi feito pela equipe de Tecnologia da Informação do Arranjo (TI) e até a efetiva implantação tardou um ano, tendo sido testada pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) antes de ser lançada. O SIGPI foi disponibilizado em maio de 2014 e quatro meses depois, um módulo foi inserido, com a finalidade de facilitar e padronizar a divulgação das tecnologias criadas nas instituições.

Conforme lembra Stella Mary Diniz, da equipe de TI do NIT e que trabalhou no desenvolvimento do SIGPI, a produção das peças informativas de divulgação das tecnologias, denominadas perfil, era feita de forma manual. Com a implantação do módulo, as tecnologias disponíveis para licenciamento e transferência de tecnologia vão para a Vitrine Tecnológica de forma automática. O perfil online contém uma descrição da tecnologia e uma breve apresentação sobre usos e aplicações. A Vitrine Tecnológica tem a proposta de mostrar, de forma atrativa, as soluções tecnológicas, visando assim promover a interação das instituições com o mercado.

Desenvolvido para ser uma ferramenta de uso simples, a equipe de desenvolvimento se preocupou em facilitar a utilização também com a criação de um manual e as instituições que aderiram passaram por um treinamento à distância. “O SIGPI tem como característica principal o fato de ser todo baseado em Software Livre e, consequentemente, livre de licenças de uso”, destaca Duarte.

Os Arranjos de NIT foram criados pelo MCTI e o NIT Mantiqueira, formado por seis instituições (CTI, CNPEM, LNA, INPE, Von Braun e FVE/UNIVAP) iniciou suas atividades em junho de 2010.

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