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Conferência do Arranjo Amoci: mesa-redonda e pitching foram destaques do segundo dia de evento

Publicado: Terça, 14 de Novembro de 2017, 17h51

Participantes de mesa-redonda discutiram dificuldades enfrentadas pelas Agências de Inovação e NIT’s para licenciar tecnologias. Pitiching apresentou tecnologias de empresas incubadas em instituições parceiras do Arranjo Amoci

Um dos destaques do segundo dia da III Conferências sobre Processos Inovativos na Amazônia, realizado no dia  14 de novembro, foi a mesa-redonda sobre "Fases de maturidade tecnológica e captação de recursos para inovação".  A mesa, moderada pelo Coordenador Geral do Arranjo NIT Rio, Marcelo Portes de Albuquerque discutiu as dificuldades de se analisar as tecnologias apresentadas pra concessão de patente e para os outros processos inovativos. 

Na discussão, a pesquisadora e professora  Ana Lúcia Vitale Torkomian, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), falou sobre as interações das universidades com empresas para gerar inovação e a formação de spin-offs e a na UFSCAR.  

Ana Lúcia deu enfoque às análises das tecnologias apresentadas pelos pesquisadores e o auxílio da agência para auxiliar os responsáveis para deixar as tecnologias “prontas” para o mercado. Na dificuldade de se fazer uma prova de mercado, por conta dos grandes recursos necessários, ela sugeriu a criação de fundo (a ser concedido mediante edital) aos pesquisadores que desejam avançar um pouco mais no desenvolvimento de seu invento.  ‘Muitas vezes, um pequeno recurso pode ser o diferencial para fazer com que essa tecnologia esteja realmente pronta pro mercado”, comentou.

Paschale Chaise da Veiga, do Parque Tecnológico e Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) falou sobre a sensibilização dos pesquisadores para transferência de conhecimento e a necessidade revisitação de portfólio para verificar as tecnologias que já possuem muito tempo de pedido de patente e que podem não ser aceitas durante a comercialização.  Segundo, ela a ideia é manter no portfólio somente tecnologias que tenham apelo do mercado.

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Workshop e Pitching

Dentro da programação da Conferência também foi realizado o III Workshop de inovação ILMD, FIOCRUZ, Arranjo Amoci e INPA. Em sua programação, um pitching apresentou as tecnologias das empresas incubadas nas instituições responsáveis pelo workshop.

Dentre as diversas tecnologias apresentadas, estava as da empresa Nato Amazônia. Incubada no Instituto Nacional de Pesquisa Amazônica (INPA), a empresa trabalha na produção de cosméticos à base de insumos amazônicos e durante o pitching apresentou um novo cosmético para clareamento de manchas e rejuvenescimento na pele. Nadia Bucker, responsável pela empresa, afirmou que o produto de baixo custo não tem agentes tóxicos, diferente dos já presente no mercado.

Vitor Rubem, da start-up Broto Tecnologia Agrícola, apresentou produtos para otimizar o cultivo e a perda de insumos e materiais utilizados na piscicultura e na hidroponia.

O empresário Antonio Lucio, da Dica da Amazônia, empresa incubada na IFAM, apresentou possibilidades do uso da semente da seringueira para a produção de petiscos, suplemento alimentar, barra de cereal, farinhas para peixes (ração), óleo cosméticos, biodiesel.

Yamile Beanaion, da Microempresa Ecobios apresentou um microinseticida para controle biológico da Aedes aegypti. O produto é feito a partir de fungos de substratos da Amazônia. O produto com patente já depositada procura parcerias com empresas para produção do produto.

Diogo Castro, da EZscience Produtos Biotecnológicos, apresentou uma tecnologia de produção de anticorpo com maior custo-benefício a produtores e clientes, e eticamente vantajosa aos animais utilizados. A empresa está incubada no INPA. 

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Assunto(s): Conferência , INPA , Amoci , Inovação
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